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O prazer da boa mesa mauriciana

O prazer da boa mesa mauriciana

Antes de dar boa conta da cozinha maurícia, há que conhecer o seu gosto pelos caris de influência indiana. O sabor e o aroma estão garantidos, e as especiarias ganham boa parte do protagonismo dos pratos. Pelo que é habitual encontrar um toque picante e exótico nos preparados de matéria-prima básica como peixes, mariscos, frango e arroz.

Antes de começar, nada melhor do que abrir a boca com a entrada mais conhecida da ilha. Os gâteau-piment podem ser degustados em qualquer rua da Maurícia. Trata-se de um croquete de pimentos e lentilhas com cominhos e coentros. Também é muito habitual encontrar como o aperitivo as deliciosas samosas, de fina massa folhada recheada de carne e legumes.

O que beber? Para acalmar a sede e o calor, conta com um bom punhado de bebidas locais além dos habituais cocktails internacionais que acompanham na perfeição qualquer noite. Para os que querem provar um refrigerante nacional, nada melhor do que optar por uma bebida chamada Lassi, elaborada com iogurte e água, ou o Alouda, uma infusão com leite, agar e sementes.

Para os mais amantes da comida e que desfrutam de cada dentada, a Maurícia abre uma janela gastronómica com influências de vários continentes, sem ter de sair da ilha. As elaborações partem de produtos próprios com saborosas combinações de ingredientes.

Os pratos principais

O Rougaille ou Rougail

É um dos pratos clássicos que apaixona todos os paladares. O seu ingrediente principal é o tomate, não um qualquer, mas sim o conhecido como “maçã do amor” (pommes d' amour). Como todas as receitas que passam de pais para filhos, conta com variações pessoais de acordo com a combinação de espécies e ervas aromáticas acrescentadas ao tomate: cebola, alho, gengibre, coentros, pimentão e caril estão na lista. Curiosamente, é este guisado de tomate o protagonista que serve de acompanhamento a marisco, frango, peixe…

O peixe Vindaye

É uma das iguarias imprescindíveis. Para elaborar este prato, os especialistas costumam utilizar um peixe cuja carne seja compacta, como a do atum, o imperador ou a barracuda, que possa ser bem frito sem se desfazer. Depois, a chave está no processo de marinado em caril com açafrão, vinagre, mostarda, pimentos e alhos. Um conselho, se sobrar para o dia seguinte, não se preocupe. O prato ganha ainda mais sabor horas após ter sido cozinhado.

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